A sina de dois crânios abandonados

Durante e as primeira aulas de Técnicas e Processos Artísticos II fiz uma pequena cabeça com um pedaço de argila. Moldei o crânio sem usar instrumentos, num processo de amassar, esticar e friccionar.

Depois de pronta, registrei com o meu celular juntamente com uma caveira feita pelo então colega Daniel Silva. Deixamos as duas esculturas ali mesmo, no Espaço Cultural da Fundação Hansen Bahia, onde iria funcionar na época o ateliê do curso de artes visuais da UFRB.

Lembro que as cabeças permaneceram um tempo por lá, mas depois desapareceram. Não foi um trabalho apresentado para a avaliação, mas poderia ser considerada a minha primeira produção de tridimensionalidade na acadêmia.

Fico pensando, que fim tiveram as cabeças efêmeras?