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Homer Revolution

  • Homer Revolution - Homer Revolution
  • Técnica Gravura em técnica mista
  • Suporte Papel Opaline 180g
  • Mancha Gráfica 14,5 × 24 cm
  • Formato 21 × 29,7 cm (A4)
  • Tiragem 30 cópias
  • Ano 2015
  • Preço R$ 60,00 + Envio
Homer Revolution

Gravura em técnica mista, utilizado matrizes de madeira MDF e Neolite.

Gravura em técnica mista, inspirada em capas do livro A Revolução dos Bichos (Animal Farm em inglês) do escritor Eric Arthur Blair, mais conhecido pelo pseudônimo George Orwell. Nascido em Motihari, na Índia Britânica, em 25 de junho de 1903, Orwell se declarava simpatizante das propostas do anarquismo e do socialismo democrático. Suas obras mais conhecidas são o romance Nineteen Eighty-Four (1984) e pela novela satírica Animal Farm (A Revolução dos Bichos). A influência de Orwell na cultura contemporânea, tanto popular quanto política, perdura até os dias de hoje. Vários neologismos criados por ele, assim como o termo orwelliano – palavra usada para definir qualquer prática social autoritária ou totalitária – já fazem parte do vernáculo popular.

Em Homer Revolution, utilizei também a referência do filme longa metragem Os Simpsons, cujo enredo se desenvolve em torno da conservação ambiental. Homer acaba adotando um porco que era usado nas filmagens de um comercial na lanchonete Krusty Burger. Homer mantém os dejetos do porco em um silo que acaba transbordando, o que deixa Marge horrorizada, e ela pede para Homer se livrar dele com cuidado. Enquanto espera na fila do lixão, Homer decide se livrar logo do silo no lago para poder ir a uma distribuição grátis de rosquinhas, poluindo o lago severamente. Momentos depois, um esquilo pula no lago e logo em seguida capturado pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA, a APA, que decide isolar a cidade com uma redoma de vidro por considera-la a cidade mais poluída do país.

Em Homer Revolution, o inocente porquinho de Homer Simpson não é aparentemente tão perverso quanto os porcos da Animal Farm, porem, essa inocência esconde a catástrofe anunciada do capitalismo que está prestes a explodir como o silo de fezes do porco de Homer. A gravura foi produzida para participar da Exposição Viva a São João IV, realizada nos meses de junho e julho no Espaço do Núcleo de Documentação da UFRB, na cidade de Cachoeira, cujo tema foi o miaeiro, objeto utilizado para guardar moedas e que tem a forma de porco e foi impressa em três cores, amarelo, magenta e preto, que foram impressas utilizando matrizes em madeira compensada e Neolite, com tiragem de 30 cópias.

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